Pais devem ensinar seus filhos. Cristãos maduros devem discipular cristãos mais jovens. Pastores devem ensinar suas congregações. Professores devem formar seus alunos. A Palavra recebida deve ser cuidadosamente transmitida àqueles que virão depois de nós.
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Nesta parte veremos qual é o papel legítimo da Igreja na interpretação bíblica e por que precisamos tanto da autoridade das Escrituras quanto da comunhão dos santos.
É melhor estudar a Bíblia sozinho ou em grupo? Alguns cristãos valorizam apenas o estudo individual. Outros dependem quase exclusivamente de grupos de estudo, escolas bíblicas ou reuniões da igreja. A realidade é que a Bíblia apresenta valor em ambas as práticas.
O contexto histórico e cultural pode ser extremamente útil. Em muitos casos, ele esclarece detalhes importantes do texto. Ao mesmo tempo, a Bíblia foi escrita para ser entendida pelo povo de Deus, não apenas por especialistas em história antiga. Por isso, precisamos compreender tanto a importância quanto os limites do contexto histórico e cultural.
Grande parte da Bíblia foi escrita em forma de narrativa. Patriarcas, reis, profetas, guerras, quedas, livramentos, milagres e acontecimentos históricos ocupam boa parte das Escrituras. Livros como Gênesis, Josué, Samuel, Reis, os Evangelhos e Atos são predominantemente narrativos. No entanto, muitos erros de interpretação surgem exatamente nesse ponto.
A pergunta é antiga e continua atual: o cristão deve guardar o sábado? Deve santificar o domingo? Ou não há obrigação de separar um dia específico?
É correto dar esmolas a desconhecidos? Veja o que a Bíblia ensina sobre caridade, vícios, exploração infantil e responsabilidade cristã.
Ao longo das Escrituras, a comunhão dos santos é tratada como um chamado direto de Cristo, enquanto estruturas administrativas, nomes externos e alianças confessionais são instrumentos humanos, ainda que úteis. A confusão entre essas duas realidades produz cargas desnecessárias e feridas evitáveis no povo de Deus.
Outro dia recebi uma carta interessante. Ela veio de algumas pessoas que saíram de uma igreja carismática (muito grande e proeminente), e vieram para a Grace Community Church.
O pentecostalismo não tem nada a contribuir para as igrejas da Reforma. Os crentes reformados não podem aprender nada com ele. A fé reformada não precisa de nada que o pentecostalismo possa oferecer.
É possível que muito do que se apresenta como “igreja evangélica” hoje… simplesmente não seja uma igreja no sentido bíblico. Nem toda comunidade com placa, microfone e púlpito é uma congregação de Cristo.
O PRC (Princípio Regulador do Culto) é um princípio teológico reformado que afirma que no culto público a Deus só deve ser feito aquilo que Ele ordenou expressamente em Sua Palavra.
Escrevemos para desafiar os teólogos ocidentais e os líderes da igreja que expressaram apoio acrítico à “Israel” e para chamá-los a se arrependerem e mudarem.
Para cumprir os propósitos de Deus, outro Israel, superior, era necessário, um servo que tomasse o lugar de Israel, fazendo o que Israel foi incapaz de fazer, cumprindo seu chamado de trazer luz às nações.
O evangelho de Mateus revela que Jesus é o verdadeiro e grande Israel de Deus (Mt 2:13-15; 5:17; ver Os 11:1) que cumpriu o que Israel falhou em cumprir.
A luta da igreja contra Satanás não terminou com a escrita do livro de Apocalipse.
Conta-se que uma cafetina começou a construção de um prostíbulo bem ao lado de uma igreja. Em reação, a igreja iniciou uma forte campanha diária de oração.
A reforma da Igreja é obra de Deus e tão independente de esperanças e opiniões humanas quanto a ressurreição dos mortos ou qualquer milagre dessa espécie.
Tenho lido muitos artigos sobre o dízimo e ofertas. Quase todo dia, me enviam textos “descendo a lenha” no que chamam a “falácia do dinheiro a Deus”. Como já expus…