Talvez a sua igreja não seja uma igreja

É possível que muito do que se apresenta como “igreja evangélica” hoje… simplesmente não seja uma igreja no sentido bíblico.

Nem toda comunidade com placa, microfone e púlpito é uma congregação de Cristo. Às vezes é apenas uma caricatura religiosa, um empreendimento humano ou um clube moral com linguagem espiritual.

Aqui vão alguns sinais de alerta de que a sua igreja talvez não seja, de fato, uma igreja:

  • O nome de Jesus quase nunca é mencionado nas pregações;
  • Quando é mencionado, é apenas como um exemplo de comportamento, e não como o Redentor que morreu e ressuscitou;
  • O “evangelho” pregado é centrado no homem — em autoestima, prosperidade, motivação ou sucesso — e não na glória de Deus e na cruz de Cristo;
  • As músicas falam mais sobre o que você sente e faz do que sobre quem Deus é e o que Ele realizou na redenção;
  • Não há exposição fiel e sequencial das Escrituras, apenas temas escolhidos para entreter ou inspirar;
  • O arrependimento é raramente mencionado, e o pecado é redefinido como “erro” ou “imperfeição”;
  • A Ceia do Senhor é rara, apressada ou tratada como um ritual simbólico sem reverência;
  • As orações públicas são curtas, rasas ou substituídas por vídeos e apresentações;
  • A maior preocupação dos líderes é com a experiência estética do culto, não com a fidelidade doutrinária;
  • O pastor age mais como gestor de projetos do que como pastor de almas;
  • As ovelhas são conhecidas por número, não por nome;
  • Quase não há disciplina eclesiástica — o pecado é tolerado para evitar “constrangimentos”;
  • Membros não são instruídos na doutrina, mas apenas convidados a “participar de ministérios”;
  • Pequenos grupos giram em torno de lazer, comida ou amizade, não de oração, serviço e estudo bíblico;
  • O dinheiro é gasto mais com marketing, estrutura e imagem do que com missões, ajuda mútua e ensino;
  • O culto é projetado para que o visitante se sinta confortável, e não para que o pecador se arrependa;
  • Ninguém é confrontado; todos são “afirmados”;
  • Os líderes são tratados como celebridades e não como servos;
  • Os membros são tratados como consumidores e não como discípulos;
  • Você não vê crescimento espiritual — apenas aumento numérico e de eventos;
  • A igreja é conhecida na cidade por sua “produção”, não por sua piedade;
  • O evangelho pregado caberia perfeitamente em qualquer palestra de autoajuda;
  • As crianças e jovens são entretidas, não discipuladas;
  • A Bíblia é citada, mas raramente explicada;
  • Os visitantes saem elogiando o ambiente, não glorificando a Cristo.

Se a sua comunidade se parece com algumas dessas descrições, talvez o que exista ali seja uma torcida religiosa, um teatro cristão ou uma instituição moralista — mas não uma igreja de Cristo, conforme o padrão das Escrituras.

A igreja verdadeira é formada por pecadores redimidos, centrada na Palavra, sustentada pela graça, e reunida para adorar o Cordeiro que foi morto e ressuscitou (cf. Atos 2:42-47; Efésios 2:19-22; Apocalipse 5:9-10).

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