Hoje, a atenção tornou-se uma espécie de moeda. Curtidas, compartilhamentos, comentários, seguidores e visualizações funcionam como indicadores públicos de valor social. Quanto mais atenção uma pessoa recebe, mais importante ela parece ser aos olhos da multidão.
Autor: <span>Augusto Jeremias</span>
Nos últimos anos, tornou-se comum ouvir supostos evangélicos justificarem a violência do moderno Estado de Israel contra o povo palestino com apelos ao Antigo Testamento, especialmente às guerras de conquista narradas no livro de Josué. Essa leitura não é apenas superficial — ela é teologicamente falsa, moralmente perversa e espiritualmente perigosa.
Muitos cristãos, movidos por ignorância bíblica, pressão cultural ou influência de líderes políticos e midiáticos, apoiam o moderno Estado de Israel como se isso fosse uma obrigação espiritual. No entanto, essa posição não encontra respaldo nas Escrituras. Pelo contrário: quando examinamos a Bíblia com atenção, percebemos que tal apoio contradiz diretamente o coração do Evangelho.
É possível que muito do que se apresenta como “igreja evangélica” hoje… simplesmente não seja uma igreja no sentido bíblico. Nem toda comunidade com placa, microfone e púlpito é uma congregação de Cristo.
Nas duas últimas décadas, especialmente a partir dos anos 2010, testemunhamos o surgimento de uma nova forma de movimento religioso, ainda mais distante das Escrituras: o pós-neopentecostalismo.
Aqui estão dez motivos bíblicos pelos quais um cristão deve rejeitar o sionismo — tanto o sionismo político, que idolatra o moderno estado de Israel, quanto o sionismo teológico, que atribui um papel escatológico ou redentivo à nação israelense.