Aprenda como evangelizar hereges e falsos cristãos segundo as Escrituras: pregando o verdadeiro evangelho, confrontando o erro com amor e confiando na soberania de Deus para conceder arrependimento.
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Vivemos em uma época marcada pela confusão espiritual. A verdade é constantemente questionada. A autoridade das Escrituras é rejeitada. Novas ideologias surgem a todo momento prometendo respostas melhores do que aquelas encontradas na Palavra de Deus.
Muitos afirmam acreditar na autoridade das Escrituras, mas, na prática, procuram complementar sua autoridade com novas revelações, tradições humanas, experiências subjetivas ou supostas mensagens diretas de Deus. Outros consideram a Bíblia importante para a salvação, mas insuficiente para orientar a vida cristã diária. Entretanto, a doutrina da suficiência das Escrituras ensina algo diferente.
Ao longo da história da igreja, os maiores desvios doutrinários raramente surgiram da rejeição aberta das Escrituras. Na maioria das vezes, surgiram de sua distorção.
Nos últimos anos, tornou-se comum ouvir supostos evangélicos justificarem a violência do moderno Estado de Israel contra o povo palestino com apelos ao Antigo Testamento, especialmente às guerras de conquista narradas no livro de Josué. Essa leitura não é apenas superficial — ela é teologicamente falsa, moralmente perversa e espiritualmente perigosa.
Muitos cristãos, movidos por ignorância bíblica, pressão cultural ou influência de líderes políticos e midiáticos, apoiam o moderno Estado de Israel como se isso fosse uma obrigação espiritual. No entanto, essa posição não encontra respaldo nas Escrituras. Pelo contrário: quando examinamos a Bíblia com atenção, percebemos que tal apoio contradiz diretamente o coração do Evangelho.
Existem várias expressões similares que estão aparecendo com crescente frequência na imprensa religiosa. Lamentavelmente, elas são encontradas frequentemente nos lábios de conservadores.
Aqueles que defendem o Cessacionismo, segundo o qual Deus não mais concede dons espirituais extraordinários aos cristãos de hoje, frequentemente são chamados de incrédulos, carnais, “frios” e até mesmo de apóstatas e hereges.
Outro dia recebi uma carta interessante. Ela veio de algumas pessoas que saíram de uma igreja carismática (muito grande e proeminente), e vieram para a Grace Community Church.
O derramamento do Espírito Santo no Século XVI levou milhões de pessoas a redescobrirem a mensagem objetiva da Bíblia acerca da justificação somente pela fé. Essa doutrina invadiu e transformou a mente dos homens com o poder divino e mudou o curso da história.
Volta e meia eu recebo emails, scraps, facebooks e twitters de irmãos, membros de igrejas históricas afirmando que suas igrejas saíram do marasmo espiritual e que pela graça de Deus estão vivenciando um grande e significativo avivamento.
Não é raro encontrar pessoas que se dizem crentes relatarem testemunhos “sobrenaturais”, “sinais e maravilhas”, “mistérios”, etc. Vigílias onde coisas estranhas acontecem, gente que vê folhas de árvores douradas, prateadas, brilhantes, reluzentes ou pegando fogo.
Cansado de teologia. É assim que me sinto. Cansado de ver um povo enganado, iludido, “declarando” e “profetizando” prosperidade. Cansado de ver tanta gente “bradando aos céus”, “exigindo” e “cobrando” de Deus por promessas que o Todo Poderoso nunca fez.
Por toda a minha vida cristã eu tenho ouvido outros crentes usarem a expressão “Deus me revelou”, ou alguma coisa parecida. Certa vez, minha esposa contou-me que, alguns anos antes de nos conhecermos, um jovem crente lhe disse que Deus revelara a ele que ela era a moça com quem se casaria. Não preciso dizer que não era.
De uma correspondência sobre o pentecostalismo, vieram à tona estas observações.
Qual o padrão bíblico de avivamento? Os avivamentos bíblicos oferecem alguma coordenada para a renovação da igreja evangélica no Brasil de hoje?
Embora o Movimento Pentecostal seja de origem bem recente, a heresia que o movimento promove tem precedentes antigos.
O pentecostalismo não tem nada a contribuir para as igrejas da Reforma. Os crentes reformados não podem aprender nada com ele. A fé reformada não precisa de nada que o pentecostalismo possa oferecer.
É comum que pentecostais insinuem que críticas ao pentecostalismo sejam o pecado imperdoável da blasfêmia contra o Espírito Santo. Um reformado não se intimida com essa tática de amedrontamento.
Erguem-se vozes que se dizem proféticas, mas falam da própria imaginação. Pregadores que trocam a cruz pelo palco, e o arrependimento pelo aplauso.