Aprenda como evangelizar hereges e falsos cristãos segundo as Escrituras: pregando o verdadeiro evangelho, confrontando o erro com amor e confiando na soberania de Deus para conceder arrependimento.
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Vivemos em uma época marcada pela confusão espiritual. A verdade é constantemente questionada. A autoridade das Escrituras é rejeitada. Novas ideologias surgem a todo momento prometendo respostas melhores do que aquelas encontradas na Palavra de Deus.
Ao longo da história da igreja, os maiores desvios doutrinários raramente surgiram da rejeição aberta das Escrituras. Na maioria das vezes, surgiram de sua distorção.
Quem compara diferentes traduções da Bíblia eventualmente percebe algo curioso. Em alguns casos, determinados versículos aparecem acompanhados de notas de rodapé. Em outros, uma frase pode estar ausente em determinada tradução ou aparecer entre colchetes.
O contexto histórico e cultural pode ser extremamente útil. Em muitos casos, ele esclarece detalhes importantes do texto. Ao mesmo tempo, a Bíblia foi escrita para ser entendida pelo povo de Deus, não apenas por especialistas em história antiga. Por isso, precisamos compreender tanto a importância quanto os limites do contexto histórico e cultural.
Este artigo busca definir o wokismo, apresentar exemplos concretos de sua atuação e demonstrar por que ele é incompatível com a Escritura e com a ética do Reino de Cristo.
O nominalismo molda debates atuais sobre identidade, linguagem, moral e ciência. Entenda por que essa filosofia contradiz a cosmovisão bíblica.
Existem várias expressões similares que estão aparecendo com crescente frequência na imprensa religiosa. Lamentavelmente, elas são encontradas frequentemente nos lábios de conservadores.
Aqueles que defendem o Cessacionismo, segundo o qual Deus não mais concede dons espirituais extraordinários aos cristãos de hoje, frequentemente são chamados de incrédulos, carnais, “frios” e até mesmo de apóstatas e hereges.
Outro dia recebi uma carta interessante. Ela veio de algumas pessoas que saíram de uma igreja carismática (muito grande e proeminente), e vieram para a Grace Community Church.
O derramamento do Espírito Santo no Século XVI levou milhões de pessoas a redescobrirem a mensagem objetiva da Bíblia acerca da justificação somente pela fé. Essa doutrina invadiu e transformou a mente dos homens com o poder divino e mudou o curso da história.
Volta e meia eu recebo emails, scraps, facebooks e twitters de irmãos, membros de igrejas históricas afirmando que suas igrejas saíram do marasmo espiritual e que pela graça de Deus estão vivenciando um grande e significativo avivamento.
Não é raro encontrar pessoas que se dizem crentes relatarem testemunhos “sobrenaturais”, “sinais e maravilhas”, “mistérios”, etc. Vigílias onde coisas estranhas acontecem, gente que vê folhas de árvores douradas, prateadas, brilhantes, reluzentes ou pegando fogo.
Cansado de teologia. É assim que me sinto. Cansado de ver um povo enganado, iludido, “declarando” e “profetizando” prosperidade. Cansado de ver tanta gente “bradando aos céus”, “exigindo” e “cobrando” de Deus por promessas que o Todo Poderoso nunca fez.
Por toda a minha vida cristã eu tenho ouvido outros crentes usarem a expressão “Deus me revelou”, ou alguma coisa parecida. Certa vez, minha esposa contou-me que, alguns anos antes de nos conhecermos, um jovem crente lhe disse que Deus revelara a ele que ela era a moça com quem se casaria. Não preciso dizer que não era.
De uma correspondência sobre o pentecostalismo, vieram à tona estas observações.
Qual o padrão bíblico de avivamento? Os avivamentos bíblicos oferecem alguma coordenada para a renovação da igreja evangélica no Brasil de hoje?
Embora o Movimento Pentecostal seja de origem bem recente, a heresia que o movimento promove tem precedentes antigos.
O que se segue são algumas perguntas que fiz a um ateu, há vários anos, durante uma troca de mensagens.
Há quem dedique a vida a conhecer a Palavra, e há quem invente “mistério” no chuveiro. De um lado, a fé cristã reformada, fincada na Escritura e nos séculos de…