Nesta parte veremos qual é o papel legítimo da Igreja na interpretação bíblica e por que precisamos tanto da autoridade das Escrituras quanto da comunhão dos santos.
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Ao ler 1 Coríntios 13, é comum concentrar a atenção no famoso ensino sobre o amor. No entanto, nos versículos 8 a 12, Paulo também explica por que os dons revelacionais eram temporários e qual seria o momento em que deixariam de existir.
Quem compara diferentes traduções da Bíblia eventualmente percebe algo curioso. Em alguns casos, determinados versículos aparecem acompanhados de notas de rodapé. Em outros, uma frase pode estar ausente em determinada tradução ou aparecer entre colchetes.
Grande parte do Novo Testamento é composta por cartas. De Romanos até Judas, encontramos instruções, explicações doutrinárias, correções, encorajamentos e aplicações práticas dirigidas às igrejas e aos cristãos. No entanto, muitos erros de interpretação surgem justamente na leitura dessas cartas.
Alguns afirmam que a Bíblia foi copiada tantas vezes ao longo dos séculos que o texto teria se corrompido. Outros sugerem que traduções e transmissões sucessivas teriam alterado profundamente o conteúdo original. Essa dúvida é comum, mas não corresponde aos fatos históricos.
Se a Bíblia possui 66 livros, surge uma pergunta inevitável: Como sabemos que são exatamente esses livros? Quem definiu essa lista? Foi a igreja? Foi um concílio? Foi uma decisão política?
O derramamento do Espírito Santo no Século XVI levou milhões de pessoas a redescobrirem a mensagem objetiva da Bíblia acerca da justificação somente pela fé. Essa doutrina invadiu e transformou a mente dos homens com o poder divino e mudou o curso da história.
Embora o Movimento Pentecostal seja de origem bem recente, a heresia que o movimento promove tem precedentes antigos.
É comum que pentecostais insinuem que críticas ao pentecostalismo sejam o pecado imperdoável da blasfêmia contra o Espírito Santo. Um reformado não se intimida com essa tática de amedrontamento.
A Reforma Protestante foi um movimento que Deus usou para reacender a luz do Evangelho em meio às trevas da tradição humana.
Nas duas últimas décadas, especialmente a partir dos anos 2010, testemunhamos o surgimento de uma nova forma de movimento religioso, ainda mais distante das Escrituras: o pós-neopentecostalismo.
Logo após a finalização do cânon da Escritura, quando o apóstolo João escreveu o livro do Apocalipse, não muito antes de sua morte, os dons miraculosos tiveram seu fim na igreja.
Quão maravilhosa é a condescendência que levou o Salvador a fixar os olhos em um ser desprezível como Saulo! E, que graça admirável moveu o coração do Salvador para buscar um homem como Saulo, que havia proferido ameaças contra Sua Igreja!
Durante um pequeno debate que travei com a irmã Doquinha a respeito de certa questão doutrinária, eu disse que ela deveria conhecer melhor a história da Igreja antes de formar…
João Ferreira de Almeida foi um missionário calvinista, escritor e tradutor. Nasceu em Torre de Tavares, próximo de Mangualde, em 1628, sendo filho de pais católicos. Órfão de pai e mãe, foi para Lisboa para a casa de um tio clérigo, de onde teria emigrado para a Holanda com apenas 14 anos. Daí partiu para Malaca, recentemente conquistada pelos holandeses em 1640, onde permaneceu por alguns anos, tendo casado com a filha de um pastor calvinista.
Antes de entrar no assunto, devo assumir desde já o meu “pré-conceito”. Tenho uma predileção assumida e quase que absoluta por hinos antigos. Não sou contra corinhos e canções contemporâneas,…