Muitos cristãos, movidos por ignorância bíblica, pressão cultural ou influência de líderes políticos e midiáticos, apoiam o moderno Estado de Israel como se isso fosse uma obrigação espiritual. No entanto, essa posição não encontra respaldo nas Escrituras. Pelo contrário: quando examinamos a Bíblia com atenção, percebemos que tal apoio contradiz diretamente o coração do Evangelho.
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Paulo possuía alguns poucos livros que haviam ficado para trás, talvez guardados junto à capa, e Timóteo deveria trazê-los. Até mesmo um apóstolo precisa ler.
Ao longo das Escrituras, a comunhão dos santos é tratada como um chamado direto de Cristo, enquanto estruturas administrativas, nomes externos e alianças confessionais são instrumentos humanos, ainda que úteis. A confusão entre essas duas realidades produz cargas desnecessárias e feridas evitáveis no povo de Deus.
Um pentecostal visitou um culto reformado pela primeira vez. Durante o sermão, ele se levantou animado e gritou.
Muitos judeus acreditam que, por serem descendência carnal de Abraão, pertencem automaticamente ao povo de Deus.
Existem várias expressões similares que estão aparecendo com crescente frequência na imprensa religiosa. Lamentavelmente, elas são encontradas frequentemente nos lábios de conservadores.
Aqueles que defendem o Cessacionismo, segundo o qual Deus não mais concede dons espirituais extraordinários aos cristãos de hoje, frequentemente são chamados de incrédulos, carnais, “frios” e até mesmo de apóstatas e hereges.
Outro dia recebi uma carta interessante. Ela veio de algumas pessoas que saíram de uma igreja carismática (muito grande e proeminente), e vieram para a Grace Community Church.
O derramamento do Espírito Santo no Século XVI levou milhões de pessoas a redescobrirem a mensagem objetiva da Bíblia acerca da justificação somente pela fé. Essa doutrina invadiu e transformou a mente dos homens com o poder divino e mudou o curso da história.
Volta e meia eu recebo emails, scraps, facebooks e twitters de irmãos, membros de igrejas históricas afirmando que suas igrejas saíram do marasmo espiritual e que pela graça de Deus estão vivenciando um grande e significativo avivamento.
Não é raro encontrar pessoas que se dizem crentes relatarem testemunhos “sobrenaturais”, “sinais e maravilhas”, “mistérios”, etc. Vigílias onde coisas estranhas acontecem, gente que vê folhas de árvores douradas, prateadas, brilhantes, reluzentes ou pegando fogo.
Cansado de teologia. É assim que me sinto. Cansado de ver um povo enganado, iludido, “declarando” e “profetizando” prosperidade. Cansado de ver tanta gente “bradando aos céus”, “exigindo” e “cobrando” de Deus por promessas que o Todo Poderoso nunca fez.
Por toda a minha vida cristã eu tenho ouvido outros crentes usarem a expressão “Deus me revelou”, ou alguma coisa parecida. Certa vez, minha esposa contou-me que, alguns anos antes de nos conhecermos, um jovem crente lhe disse que Deus revelara a ele que ela era a moça com quem se casaria. Não preciso dizer que não era.
De uma correspondência sobre o pentecostalismo, vieram à tona estas observações.
Qual o padrão bíblico de avivamento? Os avivamentos bíblicos oferecem alguma coordenada para a renovação da igreja evangélica no Brasil de hoje?
Embora o Movimento Pentecostal seja de origem bem recente, a heresia que o movimento promove tem precedentes antigos.
O pentecostalismo não tem nada a contribuir para as igrejas da Reforma. Os crentes reformados não podem aprender nada com ele. A fé reformada não precisa de nada que o pentecostalismo possa oferecer.
É comum que pentecostais insinuem que críticas ao pentecostalismo sejam o pecado imperdoável da blasfêmia contra o Espírito Santo. Um reformado não se intimida com essa tática de amedrontamento.
Um chamado à obediência abrangente, não fundamentada em expectativas utópicas, mas no senhorio atual e incontestável de Cristo sobre todas as coisas.
A Reforma Protestante foi um movimento que Deus usou para reacender a luz do Evangelho em meio às trevas da tradição humana.