Ao começar a ler a Bíblia, o leitor percebe rapidamente que existem várias versões disponíveis. Algumas são mais literais. Outras são mais fáceis de entender. Algumas utilizam linguagem mais antiga; outras, linguagem contemporânea. Diante disso, surge uma pergunta natural: Qual é a melhor tradução da Bíblia?
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Alguns afirmam que a Bíblia foi copiada tantas vezes ao longo dos séculos que o texto teria se corrompido. Outros sugerem que traduções e transmissões sucessivas teriam alterado profundamente o conteúdo original. Essa dúvida é comum, mas não corresponde aos fatos históricos.
Se a Bíblia possui 66 livros, surge uma pergunta inevitável: Como sabemos que são exatamente esses livros? Quem definiu essa lista? Foi a igreja? Foi um concílio? Foi uma decisão política?
A Bíblia não é um amontoado de textos espirituais. Ela é uma revelação organizada, progressiva e centrada em Cristo. Compreender sua estrutura é o primeiro passo para interpretá-la com fidelidade.
Este artigo estabelece o fundamento de toda a série: a Bíblia é a Palavra de Deus escrita, objetiva, suficiente e compreensível.
A morte não é um tema abstrato para o cristão. Ela é uma inimiga já derrotada, mas ainda presente (1 Coríntios 15:26). Diante dela, surge uma pergunta prática: sepultamento ou cremação? Para muitos, esse é um tema polêmico; mas a resposta bíblica é muito simples.
A pergunta é antiga e continua atual: o cristão deve guardar o sábado? Deve santificar o domingo? Ou não há obrigação de separar um dia específico?
É correto dar esmolas a desconhecidos? Veja o que a Bíblia ensina sobre caridade, vícios, exploração infantil e responsabilidade cristã.
Este artigo busca definir o wokismo, apresentar exemplos concretos de sua atuação e demonstrar por que ele é incompatível com a Escritura e com a ética do Reino de Cristo.
O nominalismo molda debates atuais sobre identidade, linguagem, moral e ciência. Entenda por que essa filosofia contradiz a cosmovisão bíblica.
Nos últimos anos, tornou-se comum ouvir supostos evangélicos justificarem a violência do moderno Estado de Israel contra o povo palestino com apelos ao Antigo Testamento, especialmente às guerras de conquista narradas no livro de Josué. Essa leitura não é apenas superficial — ela é teologicamente falsa, moralmente perversa e espiritualmente perigosa.
Muitos cristãos, movidos por ignorância bíblica, pressão cultural ou influência de líderes políticos e midiáticos, apoiam o moderno Estado de Israel como se isso fosse uma obrigação espiritual. No entanto, essa posição não encontra respaldo nas Escrituras. Pelo contrário: quando examinamos a Bíblia com atenção, percebemos que tal apoio contradiz diretamente o coração do Evangelho.
Paulo possuía alguns poucos livros que haviam ficado para trás, talvez guardados junto à capa, e Timóteo deveria trazê-los. Até mesmo um apóstolo precisa ler.
Ao longo das Escrituras, a comunhão dos santos é tratada como um chamado direto de Cristo, enquanto estruturas administrativas, nomes externos e alianças confessionais são instrumentos humanos, ainda que úteis. A confusão entre essas duas realidades produz cargas desnecessárias e feridas evitáveis no povo de Deus.
Existem várias expressões similares que estão aparecendo com crescente frequência na imprensa religiosa. Lamentavelmente, elas são encontradas frequentemente nos lábios de conservadores.
Aqueles que defendem o Cessacionismo, segundo o qual Deus não mais concede dons espirituais extraordinários aos cristãos de hoje, frequentemente são chamados de incrédulos, carnais, “frios” e até mesmo de apóstatas e hereges.
Outro dia recebi uma carta interessante. Ela veio de algumas pessoas que saíram de uma igreja carismática (muito grande e proeminente), e vieram para a Grace Community Church.
O derramamento do Espírito Santo no Século XVI levou milhões de pessoas a redescobrirem a mensagem objetiva da Bíblia acerca da justificação somente pela fé. Essa doutrina invadiu e transformou a mente dos homens com o poder divino e mudou o curso da história.
Volta e meia eu recebo emails, scraps, facebooks e twitters de irmãos, membros de igrejas históricas afirmando que suas igrejas saíram do marasmo espiritual e que pela graça de Deus estão vivenciando um grande e significativo avivamento.
Não é raro encontrar pessoas que se dizem crentes relatarem testemunhos “sobrenaturais”, “sinais e maravilhas”, “mistérios”, etc. Vigílias onde coisas estranhas acontecem, gente que vê folhas de árvores douradas, prateadas, brilhantes, reluzentes ou pegando fogo.