Se a Bíblia possui 66 livros, surge uma pergunta inevitável: Como sabemos que são exatamente esses livros? Quem definiu essa lista? Foi a igreja? Foi um concílio? Foi uma decisão política?
Autor: <span>Tiago Knox</span>
A Bíblia não é um amontoado de textos espirituais. Ela é uma revelação organizada, progressiva e centrada em Cristo. Compreender sua estrutura é o primeiro passo para interpretá-la com fidelidade.
Este artigo estabelece o fundamento de toda a série: a Bíblia é a Palavra de Deus escrita, objetiva, suficiente e compreensível.
A morte não é um tema abstrato para o cristão. Ela é uma inimiga já derrotada, mas ainda presente (1 Coríntios 15:26). Diante dela, surge uma pergunta prática: sepultamento ou cremação? Para muitos, esse é um tema polêmico; mas a resposta bíblica é muito simples.
A pergunta é antiga e continua atual: o cristão deve guardar o sábado? Deve santificar o domingo? Ou não há obrigação de separar um dia específico?
É correto dar esmolas a desconhecidos? Veja o que a Bíblia ensina sobre caridade, vícios, exploração infantil e responsabilidade cristã.
Descubra como cristãos podem avaliar filmes e séries e evitar nudez, blasfêmia e mensagens contrárias à fé.
Seu coração era uma fusão estranha: metade Paulo, compelido a anunciar o evangelho, metade Jonas, desejando que a porta da missão fechasse para ele por um dia sequer — só um dia de sossego, um dia sem a poeira dos pecados alheios grudando na alma.
Ao longo das Escrituras, a comunhão dos santos é tratada como um chamado direto de Cristo, enquanto estruturas administrativas, nomes externos e alianças confessionais são instrumentos humanos, ainda que úteis. A confusão entre essas duas realidades produz cargas desnecessárias e feridas evitáveis no povo de Deus.
Um chamado à obediência abrangente, não fundamentada em expectativas utópicas, mas no senhorio atual e incontestável de Cristo sobre todas as coisas.
Erguem-se vozes que se dizem proféticas, mas falam da própria imaginação. Pregadores que trocam a cruz pelo palco, e o arrependimento pelo aplauso.
Vivemos numa época em que quase tudo passa pelo celular, pelo computador e pela internet. Conversas, fotos, trabalho, lazer, até momentos de oração e leitura bíblica muitas vezes acontecem em um ambiente digital. Mas será que já paramos para pensar no valor da privacidade diante de Deus e diante dos homens?
Vivemos em uma época em que boa parte da vida das pessoas está aprisionada dentro de telas e algoritmos.
O termo “inferno”, popularmente entendido como o lugar de tormento eterno, precisa ser analisado com mais precisão bíblica e histórica. A confusão em torno dele surge, em grande parte, de traduções imprecisas que misturam conceitos distintos.
O dispensacionalismo é uma teologia relativamente recente (séc. XIX) que, com sua ênfase em “planos separados” para Israel e Igreja, arrebatamento secreto e interpretações literais forçadas, acabou influenciando boa parte do evangelicalismo moderno.
Há quem dedique a vida a conhecer a Palavra, e há quem invente “mistério” no chuveiro. De um lado, a fé cristã reformada, fincada na Escritura e nos séculos de…
Defendo a vida desde a concepção, a família tradicional, a propriedade privada, o armamento civil e a liberdade econômica… e não sou conservador de direita.
Em um mundo cada vez mais digitalizado, a forma como lidamos com os recursos tecnológicos revela muito sobre nossos valores e princípios.
O PRC (Princípio Regulador do Culto) é um princípio teológico reformado que afirma que no culto público a Deus só deve ser feito aquilo que Ele ordenou expressamente em Sua Palavra.
Este artigo tem como objetivo mostrar como usar o ChatGPT (ou qualquer outra ferramenta de IA generativa) de forma reverente, bíblica e cristocêntrica, como instrumento a serviço da fé, da piedade e da edificação do Corpo de Cristo.