Aqueles que obedecem a Deus indiferentemente ou pela metade correm o risco de viverem em pecado encoberto. Alguns cristãos professos negligenciam parte de seus deveres espirituais enquanto se concentram em outra parte.
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Se você deseja saber se vive em pecado desconhecido, deve familiarizar-se totalmente com o que Deus quer de você. Na Bíblia, Deus nos deu normas perfeitas e verdadeiras pelas quais devemos andar.
O coração humano é cheio de pecado e corrupção; e a corrupção tem um efeito espiritual de cegueira. O pecado sempre carrega um grau de obscuridade. Quanto mais ele prevalece, mais ele obscurece e ilude a mente. Ele nos cega para a realidade que está no nosso próprio coração.
Pois, como Deus é a fonte de toda justiça, é necessário que tudo o que procede dele seja justo; e, portanto, a vontade de Deus é a regra suprema de justiça, de modo que tudo o que ele quer deve ser considerado justo, simplesmente porque ele o quer.
Os mandamentos do Antigo Testamento não são meros artefatos num museu religioso, nem são ideais suspensos sobre uma era de parêntese e apropriados apenas para o dia da consumação.
Quase toda a soma de nossa sabedoria, que merece ser chamada verdadeira e sólida, consiste de duas partes: o conhecimento de Deus e o conhecimento de nós mesmos.
Muitos judeus acreditam que, por serem descendência carnal de Abraão, pertencem automaticamente ao povo de Deus.
O pentecostalismo não tem nada a contribuir para as igrejas da Reforma. Os crentes reformados não podem aprender nada com ele. A fé reformada não precisa de nada que o pentecostalismo possa oferecer.
É comum que pentecostais insinuem que críticas ao pentecostalismo sejam o pecado imperdoável da blasfêmia contra o Espírito Santo. Um reformado não se intimida com essa tática de amedrontamento.
O fim imediato da morte de Cristo é a reconciliação dos eleitos com Deus, pela remoção da inimizade entre eles e Deus, e pela remoção da causa dessa inimizade, que é o pecado.
Reconheçamos, pois, que a primeira utilidade que a fé nos proporciona é que, unidos a Cristo, recebemos dele dupla graça.
Jeremias anunciou que Deus faria uma nova aliança com seu povo, não como a antiga feita no Sinai. Esta nova aliança teria a Lei escrita não em tábuas de pedra, mas no coração.
O povo de Israel buscou justiça pela Lei, mas não a alcançou, porque tropeçou na pedra de tropeço, que é Cristo. Eles se esforçaram em cumprir mandamentos externos, mas não perceberam que Deus requer o coração.
Deus é o bem supremo da criatura racional. O desfrute dele é o nosso bem próprio; e é a única felicidade com a qual nossas almas podem ser satisfeitas.
A pregação expositiva é o método pelo qual Deus revela sua Palavra para o seu povo e para o mundo.
Porque a verdade de Deus é tão clara neste campo que não poderá ser obscurecida; e tão certa e firme que não poderá ser abalada por nenhuma autoridade dos homens. Certamente o apóstolo Paulo, ao nos ensinar que ‘fomos eleitos em Cristo antes da criação do mundo’ (Ef 1:4), elimina toda e qualquer consideração por nossa dignidade ou merecimento.
Logo após a finalização do cânon da Escritura, quando o apóstolo João escreveu o livro do Apocalipse, não muito antes de sua morte, os dons miraculosos tiveram seu fim na igreja.
Trata-se de uma heresia moderna que afirma que a Lei de Deus não tem significado nem força de lei para o homem de nossa época.
Por sua autoridade soberana, Deus, em quem se encontra a única fonte de tudo o que existe, ordena, comanda, legisla para o homem.
As leis que governam nossas sociedades secularizadas, isto é, emancipadas de qualquer referência à lei transcendente e absoluta, de origem divina, são muitas vezes arbitrárias, leis positivas e sem referência a qualquer justiça. Esta não é a vontade de Deus para o governo humano.