Autor: <span>Charles Spurgeon</span>
“Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.” (Romanos 6:3-4)
Sermão pregado na noite de Domingo, 9 de Março de 1890, por Charles Haddon Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.
O arqui-inimigo de Deus e do homem se opõe à salvação das almas, e portanto está presente com seu poder destrutivo onde quer que a semente da Palavra esteja sendo semeada.
“Erasto ficou em Corinto, e deixei Trófimo doente em Mileto.” (2 Timóteo 4:20)
Eu gostaria de fazer uma pequena homenagem a Lutero em seu aniversário e eu penso que eu não poderia fazer melhor coisa que usar a chave da verdade de Deus pela qual Lutero destravou as masmorras da mente humana e transformou corações escravos em livres.
“Mas o justo viverá pela fé.” (Habacuque 2:4)
“O único trabalho da minha vida tem sido proclamar o amor de Deus pelos homens em Cristo Jesus.” (C. H. Spurgeon)
Jesus usa o fato da serpente de bronze erguida por Moisés no deserto para ilustrar como se deve crer nEle. Neste sermão, essa passagem é desenvolvida e aplicada aos necessitados de salvação e aos que precisam de renovação na fé.
Spurgeon escreveu este livro com o fim de ajudar aqueles que estão prestes a entrar pela Porta Estreita (dita e tipificada em Cristo mesmo), mas por um motivo ou outro receiam dar este passo vital.
A Palavra de Deus diz que a carne é inimiga de Deus, e não pode deixar de ser, mas que Jesus a redime com Seu sangue expiatório pelos pecadores!
Deus, mesmo na enfermidade e na aflição, nos ama e sempre nos amará.
Neste sermão, Spurgeon nos mostra que Pedro, ao afundar depois de andar sobre as águas, ora assim: “Senhor, salva-me”. Nesta oração, a mais curta de Pedro registrada na Bíblia, Deus nos mostra a prontidão, intercessão e a seguridade da salvação de Jesus.
Temamos e nos alegremos na Soberania de Deus; que não O desprezemos, mas nos acheguemos a Ele, pois Ele é o Rei.
Sermões selecionados sobre aspectos dos procedimentos ocorridos no dia da condenação do Senhor.
A grande doutrina prática que temos diante de nós é esta: que onde quer que Cristo chegue, com quem quer que entre em contato, nunca deixa de exercer Sua influência e nunca é inoperante, antes, em cada caso um resultado muito importante é produzido.
Devemos nos alegrar pelo povo de Deus, cujas vidas estão gravadas no Antigo e Novo Testamento, que eram homens de paixões assim como nós.
Entenda, de uma vez por todas, a doutrina bíblica da eleição divina.
Alguns estarão prontos a dizer: “Por que pregar sobre uma doutrina tão profunda como a eleição?”. Eu respondo: “Porque ela está na Palavra de Deus, e o que quer que esteja na Palavra de Deus, deve ser pregado!”
O Evangelho de Cristo não é meramente o evangelho de ontem; mas, como o próprio Cristo, é “o mesmo ontem, hoje e por todos os séculos”. Não é simplesmente um evangelho para esta época, ou para outra era, ou um evangelho que, em última análise, se gastará e será deixado de lado. Mas, quando esses céus azuis se dobrarem como um vestido gasto, ainda aí o Evangelho será tão poderoso como sempre.
O coração de todo cristão verdadeiro tem completa reverência pela Lei do Senhor. Ela é perfeita, não, é a própria perfeição! Cremos que nunca teremos alcançado a perfeição até que estejamos conformados a ela de modo completo.