O coração de todo cristão verdadeiro tem completa reverência pela Lei do Senhor. Ela é perfeita, não, é a própria perfeição! Cremos que nunca teremos alcançado a perfeição até que estejamos conformados a ela de modo completo.
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Muito do que hoje é chamado de ensinamento “cristão” enfatiza o caminho para a paz emocional e o conforto físico. Em contraste, Paulo elogia os Filipenses por serem parceiros na fé com ele, e os encoraja a permanecerem unidos pela fé, de maneira que possam viver pela fé.
O autor ensina com maestria como devemos defender a nossa fé contra os mais variados ataques, com ênfase especial no ambiente acadêmico.
Os ensaios neste livro abordam pelo menos dois temas comuns: a ênfase bíblica sobre a mente e o monopólio da cosmovisão cristã na esfera intelectual.
Quando as santas mulheres se dirigiam ao sepulcro na penumbra da manhã, desejosas de embalsamar o corpo de Jesus, recordaram que havia um imensa pedra colocada na entrada da tumba que lhes impediria entrar, e se perguntavam entre elas: “Quem nos revolverá a pedra da porta do sepulcro?” (Marcos 16:3)
Neste excelente livro, Vincent Cheung aborda temas vitais para a Igreja e todo cristão interessado no crescimento do Reino de Deus: a vitória e a invencibilidade da Igreja, a importância e a primazia da Bíblia em toda a história humana, a defesa da fé e a soberania absoluta do grande e eterno Deus.
Existe uma porta que nos leva ao perdão, à paz com Deus e ao céu. Quem entrar por essa porta será salvo. Com grande certeza, essa porta nunca foi tão necessária quanto hoje.
Sermões selecionados sobre fatos e testemunhas dos dias da Paixão e Ressurreição de Cristo.
Excelente relato da vida de Sansão, um de quem “o mundo não era digno” (Hebreus 11:38).
Um excelente comentário sobre João 3:1-21, sobre o encontro de Jesus e Nicodemos. O comentário sobre João 3:16 é altamente recomendado.
Um dos maiores obstáculos que a religião cristã tenha alguma vez tido que suportar, foi o preconceito inveterado que se apoderou das mentes de seus primeiros seguidores.
Algumas pessoas estão tratando sempre de comprovar o que é costume na igreja cristã. Em todo o tempo, estão buscando exemplos e precedentes.
O cordeiro de Deus guardava silêncio com os homens, mas não com Deus. Emudeceu como ovelha diante de Seus tosquiadores, e não tinha nem uma palavra a dizer em defesa própria diante de homem algum, mas continuava clamando a Seu Pai em Seu coração, e nem a dor nem a debilidade podem calar Suas santas súplicas.
Posto que Deus é o fabricante, e o criador, e o sustentador de todas as coisas, Ele tem o direito de fazer com todas as Suas obras o que lhe agrade. A supremacia absoluta de Deus e Sua soberania sem limites fluem naturalmente de Sua onipotência, e do fato que Ele é a fonte e Ele sustenta todas as coisas.
Neste sermão histórico, Charles Haddon Spurgeon cita uma notícia muito interessante que ele havia lido num periódico da famosa agência Reuters: “A Câmara dos Deputados Brasileira votou a imediata e incondicional abolição da escravatura no Brasil”.
O capitalismo é supremamente um produto do Cristianismo e, em particular, do Puritanismo que, mais que qualquer outra fé, tem promovido a capitalização.
Acidentes, tragédias, desastres, mortes… acontecem só com os injustos? São juízos de Deus contra pecados? Como reagir? O que Deus nos diz com isso? Spurgeon usa alguns acidentes ferroviários ocorridos na Inglaterra em sua época para exortar-nos acerca desses temas tão atuais, não importando a circunstância ou era.
A contemplação dos sofrimentos dos homens nos aflige e nos horroriza, mas os sofrimentos de nosso Salvador, ainda que nos movam ao pesar, estão revestidos de algo doce e cheio de consolação.
Nossa primeira observação será que, ainda que o Evangelho seja uma “boa fragrância” em todo lugar, produz, contudo, efeitos diferentes em pessoas diferentes.
Nosso Senhor Jesus é uma árvore de vida para nós, e todas as folhas – suponho que o Espírito Santo quis dizer os atos, as palavras, as promessas e as leves aflições de Jesus – são para a cura de Seu povo.